Programa Sergipe Cidades é discutido no BNDES

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A secretária Lúcia Falcón fala durante o seminário no BNDES
A secretária Lúcia Falcón fala durante o seminário no BNDES

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Publicada em 23/08/2013 às 02:08:00

Na última quarta-feira, 21, na sede do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), no Rio de Janeiro, a secretária de Estado do Desenvolvimento Urbano, Lúcia Falcón, a convite da instituição financeira, acompanhada pela diretoria de Convênio Contratos e Operações de Crédito da Sedurb (DICCOP), Renata Dantas Mesquita, discorreu sobre "Reflexões e aprendizados com a experiência do Programa Sergipe Cidades" para a diretoria da Área Social e Setor Público do BNDES, como modelo de planejamento urbano territorial.

Na abertura das atividades, a assessora da presidência, Helena Lastres, falou que a ideia do banco é construir uma rede de cidades para a promoção do desenvolvimento em todos os territórios, e o Sergipe Cidades é o caminho já testado para realizar esse plano.
"Luciano Coutinho, presidente do BNDES, declarou que a forma que o banco tem de ajudar a resolver os graves desequilíbrios de desigualdade que temos no Brasil e de chegar e apoiar regiões em todas as atividades que podemos é através dessas parcerias que podemos fazer com os Estados. O programa BNDES/Estado tem muita esperança de que nós possamos ampliar esse nosso alcance. Acreditamos que é por esse caminho que conseguiremos de fato contribuir para um desenvolvimento mais equilibrado. Estamos aqui para que com o exemplo e experiência do Sergipe Cidades possamos observar caminhos possíveis para outros Estados e principalmente para o banco", explicou a assessora da presidência do BNDES.

Ainda sobre o Sergipe Cidades, a assessora relata que a experiência com o programa, mostra muitas possibilidades de avanço não só da parte do Estado, mas principalmente do BNDES. "As reuniões recorrentes que estamos tendo têm mostrado a comprovação dessa indicação que o presidente do banco, Luciano Coutinho sempre nos deu como forma de contribuir para o BNDES resolver o problema das nossas desigualdades através desses projetos de desenvolvimento integrado chegando até regiões que temos dificuldade de apoiar e, por isso essa parceria é tão importante com o Governo, Estado e municípios', frisou.

O diretor do BNDES, Mauricio Borges Lemos falou também sobre a ideia da reunião. "Vamos fazer uma série dessas reuniões e escolhemos o Sergipe Cidades para iniciar esses debates por ser um projeto exitoso e inovador. Temos aqui vários gerentes, assessores e superintendentes para conhecer o desenvolvimento da experiência do Sergipe Cidades e trocar experiências e aprender junto com os Estados. A qualidade do centro urbano é fundamental para a melhoria da população. Pelo volume de obras do Sergipe Cidades, podemos perceber que são intervenções que melhoraram a qualidade de vida e também a qualidade urbana e que, portanto, requalifica o espaço regional de todo o Estado", ressaltou.

Experiência - Em seguida, a secretária de Estado do Desenvolvimento Urbano, Lúcia Falcón, apresentou o programa. "É uma honra estarmos tendo essa oportunidade de trazer o exemplo de Sergipe para discussão com diversos setores do banco. Agradeço também a escolha do Programa Sergipe Cidades para abrir essa série de experiências exitosas, valorizando nossa iniciativa", disse.

Durante a apresentação, a secretária exibiu um vídeo com as obras do Sergipe Cidades nos municípios e povoados, com depoimentos de beneficiários. Em seguida, Lúcia Falcón mostrou através de slides todo o projeto, da concepção à execução de obras, que resultam atualmente em 113 intervenções já concluídas em todos os territórios sergipanos.
"Até o Sergipe Cidades, nunca houve um programa em Sergipe que chegasse a todos os territórios sergipanos e atendesse diversas áreas de forma integrada: desenvolvimento econômico, ambiental e social", enfatizou a secretária.

Além de identificar obras em todos os territórios com registros fotográficos e todo o projeto de concepção do programa, Lúcia Falcón comentou sobre a experiência positiva e as dificuldades, tanto dentro da estrutura do Estado como com o BNDES. "Pela quantidade de obras do programa, tivemos que montar uma grande estrutura dentro do Governo. Desde a conversa com a população durante as conferências, como atendimento aos prefeitos e mudança na estrutura de quadro de funcionários, para atender as novas demandas, além de parcerias com órgãos do Estado como Adema, PGE, Seinfra, Sefaz, Semarh, Corpo de Bombeiros, Deso, Cehop, Seed, enfim, inúmeras áreas que se esforçaram para dar celeridade às obras do Sergipe Cidades", exemplificou.